Sai então do carro para ajudar o policial, o que foi um grande erro caras pessoas, pois assim que fui olhar o porta malas ele me jogou lá dentro.
Achei então que eu estava sendo sequestrado, provavelmente era para eu começar a ficar preocupado. Senti uma sensação estranha, a cada quilometro que ele andava me sentia cada vez mais próximo de nosso Sad, comecei a desconfiar então que provavelmente estaríamos indo para o mesmo lugar.
A única coisa ruim eram as lombadas que me pegavam de surpresa e me chacoalhavam dentro do veículo. Resolvi então dormir, pois já não dormia faz tempo, e deixasse que o tempo resolvesse o meu real destino.
A pestana estava imperdível, até que um cheiro desagradável invadiu meus sonhos.
Sabrino ™
Se você já é uma pessoa Sad, venha garantir seu sulfixo "brino". Nós lutamos por uma causa "DOMINAR o mundo". Conheça a ti antes dos outros. Sabinagens são para poucos, mude de dentro para fora.
terça-feira, 24 de janeiro de 2017
terça-feira, 10 de janeiro de 2017
Uma Nova Esperança
Eram nove horas em ponto, ding dong (soou a campainha)… E eu é claro, só estava sentado no sofá esperando por Ciotti, ele era minha única esperança, pois minha vó não deixaria eu sair sozinho.
Minha vó desceu as escadas correndo, eu comecei a pensar que ela estava meio alterada das ideias, nunca tinha visto ela tão animada (?). E então parei em frente a porta para abrir para Ciotti. Em um golpe inesperado de capoeira, minha vó deu uma rasteira em mim e abriu a porta. Comecei a me debater no chão enquanto ela falava com o policial.
- Então, o senhor vem sempre aqui? - disse ela.
- HEUHEIHEUHEI3! Já vi que a senhora não perde o senso de humor, vim levar Leonardo para procurar seu amigo, espero que não se importe se voltarmos só à noite.
- Vocês não precisam de ajuda?
- Não senhora, fique tranquila.
Foi ai então, que saímos de casa e entramos no carro dele. O que eu achei meio estranho era foto que ele tinha sobre o painel do carro. Parecia ele e algum tipo de urso, mas era um urso com unhas grandes, quanto mais olhava para aquela foto, fui percebendo que era um ser humano. Não consegui me conter e fui logo perguntando:
- Quem é ele?
- Meu namorado - ele disse.
Eu não sei se sentia pena ou nojo (O CARA ERA MUITO FEIO), mas tudo bem, era o que minha vó sempre dizia uma mão lava a outra e duas lavam os pés. Estávamos seguindo a estrada quando eu me dei conta de que ele não falava nada e estava começando a duvidar dele. Então comecei a puxar assunto.
- Você sabe quem realmente estamos procurando?
- Claro que eu sei, vamos até a delegacia para que eu possa saber mais sobre este caso.
- Mas por que, não estavam procurando por ele antes?
- Nós policiais sabemos o que fazemos, não servimos só para comer rosquinha.
Então ele tirou um pedaço de bolo do bolso e começou a devorar exatamente como um animal. Parecia que ele nunca havia comido na vida. Foi ai então que o carro começou a apitar e veio um sinal de alerta faltava água. Então ele encostou o carro para que ele pudesse completar a quantidade que faltava. Ele me chamou para ajudá-lo, então, sai do carro.
Minha vó desceu as escadas correndo, eu comecei a pensar que ela estava meio alterada das ideias, nunca tinha visto ela tão animada (?). E então parei em frente a porta para abrir para Ciotti. Em um golpe inesperado de capoeira, minha vó deu uma rasteira em mim e abriu a porta. Comecei a me debater no chão enquanto ela falava com o policial.
- Então, o senhor vem sempre aqui? - disse ela.
- HEUHEIHEUHEI3! Já vi que a senhora não perde o senso de humor, vim levar Leonardo para procurar seu amigo, espero que não se importe se voltarmos só à noite.
- Vocês não precisam de ajuda?
- Não senhora, fique tranquila.
Foi ai então, que saímos de casa e entramos no carro dele. O que eu achei meio estranho era foto que ele tinha sobre o painel do carro. Parecia ele e algum tipo de urso, mas era um urso com unhas grandes, quanto mais olhava para aquela foto, fui percebendo que era um ser humano. Não consegui me conter e fui logo perguntando:
- Quem é ele?
- Meu namorado - ele disse.
Eu não sei se sentia pena ou nojo (O CARA ERA MUITO FEIO), mas tudo bem, era o que minha vó sempre dizia uma mão lava a outra e duas lavam os pés. Estávamos seguindo a estrada quando eu me dei conta de que ele não falava nada e estava começando a duvidar dele. Então comecei a puxar assunto.
- Você sabe quem realmente estamos procurando?
- Claro que eu sei, vamos até a delegacia para que eu possa saber mais sobre este caso.
- Mas por que, não estavam procurando por ele antes?
- Nós policiais sabemos o que fazemos, não servimos só para comer rosquinha.
Então ele tirou um pedaço de bolo do bolso e começou a devorar exatamente como um animal. Parecia que ele nunca havia comido na vida. Foi ai então que o carro começou a apitar e veio um sinal de alerta faltava água. Então ele encostou o carro para que ele pudesse completar a quantidade que faltava. Ele me chamou para ajudá-lo, então, sai do carro.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2016
Imprevistos
Estava quase anoitecendo, a cada pedalada eu me sentia mais perto, então peguei a rua central, estava toda iluminada, era simplesmente incrível com seu jogo de luzes e tal, foi a primeira vez que eu me sentia livre.
Uma, duas, três horas pedalando, eu simplesmente não me cansava, até que uma viatura mandou que eu encostasse o meu veículo.
Encostei, muito aprendido, e foi o que mais me surpreendeu. Olhei para o lado e minha vó estava sentada do lado do policial falando vários agradecimentos para ele. Até que ela me lançou aquele olhar 43 e me disse:
- Leonard Frederic III, eu gostaria de saber onde o senhor vai com tanto entusiasmo.
- Pow, vó - aquela velha me caçaria até o inferno - eu disse que iria atrás de um amigo e a senhora não vai me impedir.
- SENHORA ESTÁ NO CÉU, FREDERIC, SUBA NO CARRO AGORA.
Bom, sem mais nem menos, subi no carro, percebi que não era daquele jeito que poderia salvar Sabrino, e então é daí que comecei a pensar em um plano mirabolante para deixar aquela casa e ir a procura de Sabrino, ele poderia estar morto aquela hora, mas daria tudo para ver aquele sorriso de coelhinho de novo hehe.
Foi então que minha vó se virou para o policial e disse:
- Obrigada senhor policial, você é simplesmente um anjo por salvar meu neto. Mas, ao menos, será que eu poderia saber o nome do meu herói?
- Hahaha! Que isso senhora, o meu nome é Vitor, mas se a senhora quiser pode me chamar de Ciotti.
Foi então que o policial enquanto dirigia tirou uma rosquinha do bolso de uns dias atrás e começou a devorar. Ele se virou para mim, e disse:
- Você quer?...
- Não, obrigado.
- Não amigo, você não me deixou de terminar... Você quer sair da frente do vidro, meu retrovisor está quebrado e vou ter que fazer baliza para estacionar esse bom exemplar de carro.
- Ahn, sim.
Até que enfim chegamos em casa, minha vó disse tchau para o Ciotti de um jeito bem meigo e eu esperei ela sair do carro. Me voltei para Ciotti e perguntei:
- O senhor saberia me falar se sabe do desaparecimento de algum Sabino por essa cidade?
- Eu não poderia te falar, mas esse nome me parece familiar...
- Mas eu precisava realmente desse dado senhor, parece que meu amigo se perdeu.
- E é por isso que você estava andando de bicicleta? A sua vó me disse que você estava indo direto para a cracolândia.
- A minha vó não sabe o que fala, ela me odeia.
E de repente:
- FREDERIC, JÁ PARA DENTRO, JÁ PASSOU DAS 20H, HORA DE DORMIR...
- Parece que eu não vou saber mais nada sobre Sabino, boa noite senhor guarda.
- Espere menino, fiquei muito interessado pelo seu caso e sinto que devo ajudar-lhe, toma o meu número, amanha passo aqui às 9h e nós vamos em busca do seu amigo.
- Obrigado senhor guarda.
Bati a porta do carro com muita esperança de encontrá-lo, assim tomei um banho e esperava o amanhã ansiosamente.
(estava tal imagem no muro)
Uma, duas, três horas pedalando, eu simplesmente não me cansava, até que uma viatura mandou que eu encostasse o meu veículo.
Encostei, muito aprendido, e foi o que mais me surpreendeu. Olhei para o lado e minha vó estava sentada do lado do policial falando vários agradecimentos para ele. Até que ela me lançou aquele olhar 43 e me disse:
- Leonard Frederic III, eu gostaria de saber onde o senhor vai com tanto entusiasmo.
- Pow, vó - aquela velha me caçaria até o inferno - eu disse que iria atrás de um amigo e a senhora não vai me impedir.
- SENHORA ESTÁ NO CÉU, FREDERIC, SUBA NO CARRO AGORA.
Bom, sem mais nem menos, subi no carro, percebi que não era daquele jeito que poderia salvar Sabrino, e então é daí que comecei a pensar em um plano mirabolante para deixar aquela casa e ir a procura de Sabrino, ele poderia estar morto aquela hora, mas daria tudo para ver aquele sorriso de coelhinho de novo hehe.
Foi então que minha vó se virou para o policial e disse:
- Obrigada senhor policial, você é simplesmente um anjo por salvar meu neto. Mas, ao menos, será que eu poderia saber o nome do meu herói?
- Hahaha! Que isso senhora, o meu nome é Vitor, mas se a senhora quiser pode me chamar de Ciotti.
Foi então que o policial enquanto dirigia tirou uma rosquinha do bolso de uns dias atrás e começou a devorar. Ele se virou para mim, e disse:
- Você quer?...
- Não, obrigado.
- Não amigo, você não me deixou de terminar... Você quer sair da frente do vidro, meu retrovisor está quebrado e vou ter que fazer baliza para estacionar esse bom exemplar de carro.
- Ahn, sim.
Até que enfim chegamos em casa, minha vó disse tchau para o Ciotti de um jeito bem meigo e eu esperei ela sair do carro. Me voltei para Ciotti e perguntei:
- O senhor saberia me falar se sabe do desaparecimento de algum Sabino por essa cidade?
- Eu não poderia te falar, mas esse nome me parece familiar...
- Mas eu precisava realmente desse dado senhor, parece que meu amigo se perdeu.
- E é por isso que você estava andando de bicicleta? A sua vó me disse que você estava indo direto para a cracolândia.
- A minha vó não sabe o que fala, ela me odeia.
E de repente:
- FREDERIC, JÁ PARA DENTRO, JÁ PASSOU DAS 20H, HORA DE DORMIR...
- Parece que eu não vou saber mais nada sobre Sabino, boa noite senhor guarda.
- Espere menino, fiquei muito interessado pelo seu caso e sinto que devo ajudar-lhe, toma o meu número, amanha passo aqui às 9h e nós vamos em busca do seu amigo.
- Obrigado senhor guarda.
Bati a porta do carro com muita esperança de encontrá-lo, assim tomei um banho e esperava o amanhã ansiosamente.
domingo, 11 de dezembro de 2016
Em Busca do Sabrino Perdido
Acordava eu, quando lembrei (da mensagem), então tomei uma banho bem rápido e fui falar com a minha vó, que era a parte mais difícil para iniciar a busca.
- Vó, eu tenho que ir em busca do meu amigo, eu acho que eu volto logo...
- E desde quando você tem amigos, Leonard?
- Ehh -aquilo tinha doido mais do que pisar descalço em um lego mordido pelo cachorro da sua tia em um domingo chuvoso- Vó, sério,eu preciso ir, ele se perdeu, eu tenho que encontrá-lo, ele é meu melhor amigo.
- Você não vale nada, falei só para fazer amizade com pessoas da igreja e você fica inventando de ser amigo desses cracudinhos, você sabe que tem sinusite e não pode ficar fumando narguilé, Leonard.
- Puta merda vó, só me deixa ir, eu tenho que sair, eu vou dar uma volta.
- Você quem sabe Leonard, você quem sabe...
Peguei meu minha capa de chuva, uma maçã, uma garrafa de água, e umas bolachas recheadas para iniciar minha busca...
Me dei conta do pior, percebi que eu não fazia ideia de onde ele estava, mas lembrei de uma coisa...
Ele, sim, meu amigo do peito, tinha me dado uma bussola, cuja guiava sempre até ele, ele me deu aquilo na escola, falou pra mim se caso algum valentão, com sangue nos olhos, do tipo Paulo corresse atrás de mim, ir atrás de onde a bussola apontava, assim, ao ver Sabino, Paulo sempre se assustava e ia embora.
Agora eu estava pronto, fui até o posto Alvorada, calibrei os pneus da minha bike e colei a bussola no guidão da minha bicicleta, com os meus fones de ouvido, ouvia essa música e já estava com fé em mim mesmo que iria conseguir.
Ia em direção da bussola, seguindo a ciclovia, na minha, EU IRIA ACHÁ-LO.
- Vó, eu tenho que ir em busca do meu amigo, eu acho que eu volto logo...
- E desde quando você tem amigos, Leonard?
- Ehh -aquilo tinha doido mais do que pisar descalço em um lego mordido pelo cachorro da sua tia em um domingo chuvoso- Vó, sério,eu preciso ir, ele se perdeu, eu tenho que encontrá-lo, ele é meu melhor amigo.
- Você não vale nada, falei só para fazer amizade com pessoas da igreja e você fica inventando de ser amigo desses cracudinhos, você sabe que tem sinusite e não pode ficar fumando narguilé, Leonard.
- Puta merda vó, só me deixa ir, eu tenho que sair, eu vou dar uma volta.
- Você quem sabe Leonard, você quem sabe...
Peguei meu minha capa de chuva, uma maçã, uma garrafa de água, e umas bolachas recheadas para iniciar minha busca...
Me dei conta do pior, percebi que eu não fazia ideia de onde ele estava, mas lembrei de uma coisa...
Ele, sim, meu amigo do peito, tinha me dado uma bussola, cuja guiava sempre até ele, ele me deu aquilo na escola, falou pra mim se caso algum valentão, com sangue nos olhos, do tipo Paulo corresse atrás de mim, ir atrás de onde a bussola apontava, assim, ao ver Sabino, Paulo sempre se assustava e ia embora.
Agora eu estava pronto, fui até o posto Alvorada, calibrei os pneus da minha bike e colei a bussola no guidão da minha bicicleta, com os meus fones de ouvido, ouvia essa música e já estava com fé em mim mesmo que iria conseguir.
Ia em direção da bussola, seguindo a ciclovia, na minha, EU IRIA ACHÁ-LO.
segunda-feira, 28 de novembro de 2016
A Mensagem
"Olá caro amigo, não tenho muitos amigos, eu nem sabia que poderia incluir você a um deles, mas eu preciso que alguém me ajude. Estou preso em algum lugar é muito escuro. Eu simplesmente estava dormindo e quando acordei não me dei conta que estava tudo escuro, estou com medo de me movimentar e minha bateria está com 5%, ou você me ajuda, ou me deixa morrer..."
Além disso tinha uma foto anexada, então você que é fraquinho nem olhe depois destas linhas...
Além disso tinha uma foto anexada, então você que é fraquinho nem olhe depois destas linhas...
E essa foi a mensagem que eu recebi.
Como estou muito cansado vou dormir e amanhã eu começo a procurar, espero que ele não fique com muito medo, muita sabinagem pra vocês, beijos.
segunda-feira, 17 de outubro de 2016
Gênesis
Acordei...
Abri a janela, o céu ainda estava escuro e olhei a lua, lembrei que tinha que ir para o lugar que eu mais odiava no mundo a escola, não tinha nada e nem ninguém que poderia me salvar deste lamento, mas eu já tinha aceitado que virei um Sadbrino e que as coisas ficariam cada vez mais Sombrias. Eu tinha que aceitar, era meu destino, não que eu acreditasse em destinos, mas pelo motivo da existência desse Ser Humano (?) eu comecei a aceitar...
- MEEEENIIIIINOOOOO, JÁ PRO BANHO!
Era minhamãe vó que gritava como sempre, eu já tava cansado (de ouvir gritos? não, de tomar banho mesmo), então fui até o banheiro e deixei a água fluir pela minha pele. A cada gota de água me sentia mais Sad, não era possível, alguma coisa estava mudando em mim, eu não era mais o mesmo, antes eu pensava que já tinha me adaptado, mas entendi que as adaptações estavam acontecendo de dentro para fora.
Mexi no meu cabelo, percebi estar mais liso, COMO ASSIM?!!!, antes ele era cacheado, mas agora ele estava liso, vi a minha vó me chamando...
Abaixo imagens do ocorrido...
- VOCÊ USOU MEU CONDICIONADOR, SEU FILHO DE MARIA! (palavrões substituídos por palavras avulsas).
- Anh, por isso tá liso - mas as transformações brevemente iam chegar...
Fui a escola mas tinha algo estranho, não vi o Sabino em lugar algum, tive aula normal e voltei para a casa, até que recebi uma mensagem dele.
Então desbloqueei o celular e li a seguinte mensagem...
Abri a janela, o céu ainda estava escuro e olhei a lua, lembrei que tinha que ir para o lugar que eu mais odiava no mundo a escola, não tinha nada e nem ninguém que poderia me salvar deste lamento, mas eu já tinha aceitado que virei um Sadbrino e que as coisas ficariam cada vez mais Sombrias. Eu tinha que aceitar, era meu destino, não que eu acreditasse em destinos, mas pelo motivo da existência desse Ser Humano (?) eu comecei a aceitar...
- MEEEENIIIIINOOOOO, JÁ PRO BANHO!
Era minha
Mexi no meu cabelo, percebi estar mais liso, COMO ASSIM?!!!, antes ele era cacheado, mas agora ele estava liso, vi a minha vó me chamando...
Abaixo imagens do ocorrido...
- VOCÊ USOU MEU CONDICIONADOR, SEU FILHO DE MARIA! (palavrões substituídos por palavras avulsas).
- Anh, por isso tá liso - mas as transformações brevemente iam chegar...
Fui a escola mas tinha algo estranho, não vi o Sabino em lugar algum, tive aula normal e voltei para a casa, até que recebi uma mensagem dele.
Então desbloqueei o celular e li a seguinte mensagem...
terça-feira, 11 de outubro de 2016
Adaptação
Assim então continuarei a minha história até o presente momento...
Após dividir um pedaço de lanche com o Sabrino no ônibus já sabia que eu não era mais o mesmo, sabia que isso mudaria meu dia daquele dia em diante, sabia que as peripécias que passaria eram muito mais do que aguentar os pitis da minha avó.
Foto tirada na janela da condução a caminho da escola...
Foi ai que aproveitei a oportunidade e perguntei a ele.
- Com licença, eu sei que é falta de educação falar com um estranho enquanto ele está comendo (de onde eu tirei isso?), mas você poderia me falar ao menos o seu nome, já que pediu um pedacinho do meu pão e eu cedi?
Ele me olhou de cima a baixo, viu que tinha algo estranho comigo, parecia que nunca ninguém tinha perguntado o nome dele antes, até que ele terminou de engolir o pedaço de pão, chegou perto da minha orelha e sussurrou:
- Não posso te falar aqui...
Eu não entendi porque diachos ele não quis me falar o nome dele, até que no próximo ponto ele me fez descer. Ele sentou no banco da praça comigo e chegou bem perto da minha orelha e disse Lucas Sabino. Por mais que ele tivesse um nome, o segundo soou bem melhor nos meus ouvidos, e fez eu esquecer de tudo que me incomodava, quer saber, era isso que eu precisava ser,
UM SABINO
E foi assim que eu me tornei amigo dele, essa grande trajetória de adaptação foi ficando cada vez mais aconchegante e frequente, até que percebi que já tinha adquirido o seu sobrenome (mesmo sem ter precisado casar com ele)...
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